segunda-feira, 26 de março de 2012

Quem nunca se deparou na frente do espelho e pensou o que poderia ser melhorado em sua aparência?

Sabia que vaidade excessiva pode ser um transtorno psicológico?

A dismorfofobia, também denominada transtorno dismórfico corporal ou síndrome da distorção da image, é um transtorno psicológico caracterizado pela preocupação obsessiva com algum defeito inexistente ou mínimo na aparência física. 
Esse transtorno é uma das derivações do TOC, transtorno Obsessivo Compulsivo, e o tratamento consistem em psicoterapia, longa e trabalhosa, e às vezes o uso de medicamentos para apoio dos sentimentos depressivos que acompanham o quadro.
Sintomas:
Os principais sintomas além da preocupação excessiva com sua aparência, são os sofrimentos significativos causados pela insatisfação com sua imagem e os prejuízos com baixas produtividades nas atividades cotidianas e no trabalho.
Característica:
A característica principal da dismorfofobia é que a opinião do paciente a respeito de sua própria aparência, não é compartilhada pela opinião das pessoas que convivem com ela. Mas, assim mesmo, esse paciente é totalmente resistente a essas opiniões.
Causas:
As causas desse transtorno podem variar de paciente para paciente: sentimentos de abandono, pais muito exigentes com o aspecto físico, deficiência de carinho e de aprovação, levando a uma autocrítica destrutiva, baixa auto-estima, valorização excessiva de cicatrizes e marcas mínimas, ideação irreal do envelhecimento. A mídia coopera com este transtorno também exibindo figuras humanas padronizadas.
O tratamento desses pacientes é dificultado, pois há uma justificativa de que isso é “vaidade” e classificam-se positivamente por “cuidar da aparência”. No entanto, a disformofofobia é fonte de grande sofrimento e angústia com a própria aparência.
Consequências:
Esses pacientes procuram incansavelmente tratamentos estéticos, de emagrecimento, cirurgias plásticas e cosmiatria, mas nunca se sente satisfeitos com tratamento algum, pois seu problema está na própria auto aceitação e não no tratamento.
Muitas pessoas têm o distúrbio e não sabem, se você se identifica com os sintomas e características que ocorrem com você ou com alguém próximo informar-se e busque ajuda médica.


Por Estefânia Sandryely

Um comentário:

  1. Que doença esquisita. Ainda bem que não me preocupo tanto com minhas gordurinhas.rsrsrssr

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